O arquétipo da sombra

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Derivando das descobertas levadas a cabo por Sigmund Freud e Carl Gustav Jung, o arquétipo da sombra pessoal engloba toda uma reflexão, sintetizada no âmbito da psicologia das profundidades, sobre a profunda cisão que parece existir entre o lado luz e o lado sombra da psique humana, sendo este último caracterizado por “desejos não reconhecidos” e por “porções reprimidas da personalidade”. Na sua obra Sobre a psicologia do inconsciente”, o psicólogo de Zurique afirmava: Por sombra quero dizer o lado negativo da personalidade, a soma de todas aquelas características desagradáveis que preferimos ocultar, juntamente com as funções insuficientemente desenvolvidas e o conteúdo do inconsciente pessoal. E três décadas mais tarde acrescentava: Uma pessoa não se torna iluminada ao imaginar formas luminosas mas sim ao tornar consciente a escuridão. Este último procedimento é, no entanto, desagradável e, portanto, impopular. Continuar a ler

A dualidade da sombra

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Conforme a define a psicologia junguiana, a sombra consiste em diversos níveis diferentes. Definimos a sombra como sendo constituída por todos aqueles elementos, sentimentos, emoções, ideias, crenças, com os quais não conseguimos identificar-nos; que estão reprimidos devido à educação, à cultura ou ao sistema de valores.

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